“Habitação” em Escada recebeu, em seis anos, R$ 0,13 centavos a cada R$ 100 reais movimentados pela prefeitura

logo_habitaçãoPor Edmundo Fernandes

Habitação é um segmento na vida dos escadenses que carece de maior intervenção. O crescimento de moradias desordenadas, a migração das pessoas do campo para a cidade e a consequente expansão da periferia, são desafios a serem vencidos.

Se por um lado, a inclusão de Escada no eixo do desenvolvimento de Suape gera expectativas de crescimento econômico, por outro impõe a urgente rediscussão nos investimentos em habitação. De 2005 a 2010, de cada R$ 100 movimentados pela prefeitura apenas R$ 0,13 centavos foram gastos em habitação.

Nesse período apenas um convênio, no valor de R$ 735.021,92 foi firmado com a Caixa Econômica Federal. E desse total, apenas R$ 147.190,46 foram liberados em 2011. Ou seja, pra quem espera a inclusão de Escada no ritmo de desenvolvimento de Pernambuco, é preciso fazer muito mais.

No campo, a derrubada de casas para o plantio ganancioso da cana de açúcar e a saída de sitiantes em busca do “sonho urbano”, criam entraves ainda maiores para resolver o problema. Eis aqui um novo horizonte: é preciso desenvolver uma política que garanta habitação e condições dignas para quem quer morar na zona rural.

As palavras de ordens são várias: planejamento, organização, democratização do debate, integração social e investimento. Além destas, muitas outras exigem nossa atitude. Em qual delas você se enquadra?

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