114 anos de lampião

Por André Luís

Nascido na cidade de Vila Bela, atual Serra Talhada, no semiárido do estado de Pernambuco e foi o terceiro filho de José Ferreira da Silva e Maria Lopes de Oliveira. O seu nascimento só foi registrado no dia 7 de agosto de 1900, mas, na verdade seu nascimento foi em 1898. Até os 21 anos de idade ele trabalhava como artesão, era alfabetizado e usava óculos para leitura, características bastante incomuns para a região sertaneja e pobre onde ele morava. Uma das versões a respeito de seu apelido é que ele modificou um fuzil, possibilitando-o a atirar mais rápido, sendo que o cano aquecia tanto que brilhava dando a aparência de um lampião.

Sua família travava uma disputa mortal com outras famílias locais até que seu pai foi morto em confronto com a polícia em 1919. Virgulino jurou vingança e, ao fazê-lo, provou ser um homem de atitudes violentas e rudes. Tornou-se um mito em termos de disciplina. Seus métodos de comando eram certas vezes melhores ou idênticos aos do Exercito Brasileiro (EB) – que até hoje guarda em sigilo os registros a respeito das guerrilhas entre militares e o bando de Lampião. O bando chamava os militares do PM de “Macacos”.

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Um pensamento sobre “114 anos de lampião

  1. O Capitão Virgulino Ferreira( Lampião),o apelidio porque suas maiores tacaias eram a noite. e, a patente de Capitão foi atribuida por ele própio a sua pessoa, segundo alguns biográfos, que registraram fatos de sua vida.Ainda hoje, passados mais de cem anos do seu nascimento, pouca coisa real se sabe sobre essa figura , que para uns foi um justiceiro tipo hobin Hood do Sertão, que tirava dos ricos para os pobres, para outros um bandido que infernizou a vida do Povo sertanejo por um bom tempo.Suas façanhas tiveram por parte de alguns artistas até música em sua homenagem.com fez Luiz Gonzaga,(Assim era que dançavam os cabras de Lampião dançando e xaxando nos forros do sertão/Entrando em uma cidade ao sair de um povoado cantando a rendeira(Mulher Rendeira), se danavam no xaxado)-Olha a Pisada, música em rítimo de Xaxado, que irmortalizou a dança( Xaxado), hoje ainda cantado e dançado por nós, Nordestinos.,que Concidentemente neste ano comemoramos o Centenário de Luiz Gonsaga, o grande Seresteiro do Sertão. Suas mùsicas foram sempre uma alerta aos Políticos sobre as agruras, ncessidades e mazelas do Povo Nordestino.

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